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Há razão para tanto ódio contra o “Reino da Cruz”???


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O contexto atual que sociologicamente coloca de frente as questões humanas mais fundamentais, precisa levar cada um a assumir seu papel e a sua posição, evitando, assim, um discurso do famigerado “”politicamente correto”, ou, apenas o de não opinar pelo fato de tais temáticas serem uma espécie de “vespeiro” perigoso e melindroso.

Ante tal introdução, não é possível esconder que as práticas discriminatórias e de cizânias, além de disseminadas contra os grupos denominados historicamente minoritários, que merecem todo o respeito e amparo do estado na proteção de seus misteres, é desencadeada, cotidianamente em nosso país e no mundo, CONTRA O CRISTIANISMO E AS SUAS MANIEFESTAÇÕES DE FÉ (católicas e não católicas) TORNANDO-SE UMA AMEAÇA. É COMO SE AS PRÁTICAS OU MANIFESTAÇÕES PÚBLICAS CRISTÃS DEVESSEM SER REPELIDAS EM NOME DE UM ESTADO LAICO OU “SEM RELIGIÃO”. 

Se não fosse suficiente a corrente de enfrentamento contra a igreja cristã, é mais do que urgente, na cabeça de tantos, adentrar no espaço sagrado e vilipendiar, quebrar, profanar e cuspir naquilo que o patrimônio cristão carrega por séculos como sagrado.

Não exagero quando afirmo que, à semelhança dos horrores impetrados pelo nazismo, que tinha na suástica (embora esta não seja um patrimônio, apenas, do nazismo) seu emblema mais famigerado, a cruz e o cristianismo vem, MUTATIS MUTANDIS, tornando-se um instrumento de horripilação e de azedume, compilados por micro ou macro esquemas ideológicos, que veem na manifestação de fé cristã uma arrepio ao outros modelos de família, sociedade, amizade etc....etc....etc...., em suma, parece que a regra é VARRER DA FACE DA NAÇÃO TODO E QUALQUER TOQUE CRISTÃO, POIS, SUAS VERDADES SÃO “ÁSPERAS E AMEAÇADORAS AO LIVRE PENSAR SOCIAL”.

O pior é que a ojeriza ao patrimônio cristão torna-se mais forte nos espaços onde ela mesma foi a responsável pela sua criação. Ora, a laicidade do Brasil, com o Decreto nº 119-A de 07/01/1890, não dá azo para a implementação de concepções ideológicas e politicas, de fomento institucional, inclusive alimentada por setores do próprio estado DE QUE ESTA NAÇÃO, EMBORA LAICA, SEJA ATEIA OU SEM RELIGIÃO ( dentre as quais, aquela que fincou os alicerces de muitos valores, até então vividos).

O pior de tamanha verdade não são nem as manifestações individuais ou coletivas de grupos que se atemorizam com o cristianismo (o que por si só já preocupa), mas, É O ESTADO, COMO PROMOTOR DAS IGUALDADES ENTRE OS DIFERENTES, ATRAVÉS DE MUITOS DE SEUS AGENTES, PROMOVEREM A PRÁTICA CONTRÁRIA, ALIMENTANDO O ÓDIO E EXCLUSÃO DE TODA E QUALQUER ALUSÃO AO PATRIMONIO DA FÉ CRISTÃ........AFINAL DE CONTAS, ESSE É O PAPEL DO ESTADO???

Nesse sentido, é de bom tom trazer as claras o sentido constitucional e jurídico de que a espontaneidade do deposito da fé cristã, como a de qualquer outra tratativa religiosa, É LIVRE E, PORTANTO, UM DIREITO HUMANO FUNDAMENTAL E DE RAIZ CONSTITUCIONAL (cf. Art. 5º, VI; VII e VIII da CRFB-88).

Assim, diante de tantas polêmicas contemporâneas, é de se perguntar qual a razão de tamanha instrumentalização, que se utiliza dos grandes meios de COMUNICAÇÃO, ATRAVÉS DE UMA DISSEMINAÇÃO DE MENSAGENS SUBLIMINARES, FAZENDO INCUTIR NA CONSCIÊNCIA COLETIVA DE QUE  “O MODELO DE FAMILIA ATUAL É UMA AMEÇA E DE QUE A IMPLEMENTAÇÃO DAS CARTILHAS IDEOLÓGICAS DE TANTOS OUTROS GRUPOS TOME A CENTRALIDADE DAS PAUTAS JORNALITICAS”.

Se a sociedade civil propõe modelos diversos e pautados nos constructos de suas verdades, deveria, sob a escolta do Estado, saber dialogar e respeitar a visão cristocêntrica das igrejas cristãs, numa escala de respeito mútuo.

Afinal, por trás de tamanhas investidas está o que está em jogo?? Assim, trazer ao publico a livre manifestação de quem se propõe a disseminar as cantigas de tantos grupos, que pensam diferentes da fé cristã - e seus pensamentos merecem ser respeitados – porém, expô-las de tão agressiva maneira, como que num DEBOCHE AOS SIMBOLOS CRISTÃOS, não seria UMA COLISÃO ENTRE DIREITOS FUNDAMENTAIS, MERECEDORES DE UMA RESPOSTA A ALTURA DO PODER JUDICIÁRIO?

 Se no seio da juridicidade e da doutrina constitucionalista, tem-se o saber de que “NÃO HÁ DIREITO FUNDAMENTAL ABSOLUTO (Alexy, 2008)”, quer dizer então que a livre manifestação artística e de pensamento, seja em qual gênero queira se manifestar, tornou-se absolutista, em nome de UM NEO ILUMINISMO (em particular, a sanha de que tais projeções, no pensamento de tais grupos é essencial no “combate ao moralismo cristão”) não encontra nenhum tipo de limite e deve ser livre, não se importando com o sentimento cultural e religioso dos demais???

JOÃO PESSOA, 15 DE OUTUBRO DE 2017

RINGSON MONTEIRO DE TOLEDO
ADVOGADO - FILOSOFO
Email: ringoadvogado@hotmail.com

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