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O desarranjo intestinal da veia politica e as similitudes com o momento politico atual



Os acontecimentos da seara politico institucional, do Brasil e da Paraíba, tiveram essa semana, um cataclismo que fez girar , a roda  institucional, deixando, dentro de suas proporcionalidades, as figuras politicas e seus expoentes num estágio similar a um “desarranjo intestinal” voraz, talvez, nem tendo tido a oportunidade de encontrar uma “privada”, para dar continuidade ao asseio.
   
O cenário nacional nos aportou, a partir dos conchavos políticos nacionais em vista de, na altura do atual campeonato, extirpar a figura do Presidente da República, com vistas a eleições indiretas ( com chapas pré fabricadas) com o Rodrigo Maia na cabeça, afora o emblemático caso da cidade de Bayeux-PB, onde “flagrou-se” o seu prefeito, em suspeita de nebulosa prática, junto a um empresário local, que culminou com a sua prisão.
   
Ambas as manchetes revelam, tão somente, o desajeitado projeto politico nacional e local, que faz de nós, pobres cidadãos, vitimas das ansiedades e dos fracassos, onde sonhos e decepções, por exemplo, são postos na mesa do cidadão, lastimado e entristecido pelos ocorridos.
   
Pois bem, a semelhança com o desarranjo intestinal não é exagero. Afinal, quem de nós, acometido de uma grave infecção intestinal, não sentiu o incomodo desconforto em não controlar aquilo que o nosso organismo queria expelir? E quantos até, nem aguentaram esperar o precioso momento de, na intimidade e tranquilidade do WC, ali resolver seu “desespero” orgânico?
   
Sim, caros leitores (as), a conjuntura de uma perda do senso de “BEM COMUM” e de governança em vista da coletividade, leva pobres gestores, ávidos em espraiar seus interesses, a deixar derramar, ali mesmo, no seu flagrante, os excrementos de suas vergonhas; o desatino de sua impotência diante do erro e a incapacidade de rebobinar a fita e, quem sabe, recomeçar a limpar-se, medicar-se e refazer o caminho, pois, o eleitor e a eleitora, longe ou perto dos desencantos, não tem mais vontade de ficar sentindo o “mal cheiro” das flatulências soltadas nos inoportunos espaços da vida social e da polis.
   
Me perdoem a comparação, um pouco desconexa, talvez, mas, pensando um pouco contrário a “VIRTÚ MAQUIAEVÉLICA”, “nem sempre a busca pelo poder e a honra são bens que devem ser perseguidos”, a todo custo e a custo de todo caráter, pois, ao contrário do espirito do poder temporal, estes devem estar a serviço e não para servir!!!!!!
   
E como diz o ditado, na volta ninguém se perde, então nos vemos navolta!!!!!
   
JOÃO PESSOA, 09 DE JULHO DE 2017


RINGSON MONTEIRO DE TOLEDO
ADVOGADO E FILÓSOFO

EMAIL: RINGOADVOGADO@HOTMAIL.COM

2 comentários:

  1. Concordo plenamente meu amigo, infelizmente a curto prazo não vejo solução. A longo prazo só temos uma, retomarmos as rédeas da formação moral e ética, ensinada na família e na Igreja. Ou essas instituições assumem seu papel formativo, ou tenho medo de pensar nas consequências.

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  2. Muito bem, muito bom, precisa mesmo disso, nao se desculpe pelo linguajar, essa corja precisa de muita lenha, para se orientar, se é que um dia vejamos isso.

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